Vini Jr explicou porque não cobrou o pênalti que poderia ter aberto o placar para o Brasil na partida contra a Noruega, que terminou com derrota brasileira por 2 a 1 e eliminação nas oitavas de final da Copa do Mundo. Ainda no primeiro tempo, quando o jogo estava 0 a 0, Bruno Guimarães cobrou o pênalti sofrido por Matheus Cunha e parou no goleiro Nyland.
“O mister escolhe antes do jogo quem vai bater, e ele escolheu o Bruno. Eu nunca fui vaidoso, nunca quis a artilharia da competição, por isso bateu o Bruno. Ele bate melhor do que eu, então o mister escolheu ele. Nunca fugi da responsabilidade. Muita gente vai falar que eu não quis bater, mas nunca fugi da responsabilidade. Bato os pênaltis no Real quando o treinador me escolhe. É isso, temos que preparar melhor para a próxima Copa e próximos jogos.”, disse Vini Jr, após Brasil 1 x 2 Noruega.
Ainda no primeiro tempo, Matheus Cunha sofreu pênalti. Vini segurou a bola, mas a entregou para Bruno Guimarães, que bateu mal e viu Nylan defender.
O Brasil teve controle durante parte do jogo, mas a Noruega foi eficiente. Nas poucas chances que teve, Haaland marcou duas vezes e garantiu a classificação norueguesa -Neymar, já aos 55 minutos da etapa final, descontou de pênalti para a Amarelinha.
“Um dia muito triste para nós, ser eliminado de uma Copa do Mundo é sempre um baque muito grande. Ainda não analisamos bem o jogo por conta de tudo que oferece. Agora é seguir, não tem muito o que fazer, apenas pedir desculpa à nossa torcida, que mais uma vez acreditou em nós. Infelizmente, o futebol é assim, nem sempre vamos vencer. Sei que estamos tanto tempo sem vencer. O povo quer alegria de volta, mas não foi dessa vez”, continuou Vini Jr.
O camisa 7 do Brasil também falou sobre Neymar e Ancelotti: “Ney é meu ídolo, sempre quis jogar com ele, foi um momento marcante na seleção. Desejo sempre sorte para ele na temporada e na vida ele. Sempre cuidou muito bem de mim, e o mister é igual. Fez de tudo por mim, me deu a responsabilidade necessária. Cuidou de mim e me deu o respaldo necessário”.
Fonte: Folhapress – Foto: © Getty