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Logística judicial erra e Câmara Municipal de JP ganha novo fôlego para decidir se instala a CPI da Lagoa

 

É que um suposto erro logístico nas demandas judiciais na Central de Mandados acabou atrasando a intimação ao presidente da Câmara Municipal, Durval Ferreira (PP) e postergando o posicionamento do parlamento sobre a investigação

Durval-Ferreira

A Câmara Municipal de João Pessoa ganhou um novo fôlego para se posicionar sobre a instalação da Comissão Parlamentar de Inquérito que visa investigar os indícios de desvio milionário nas obras da Lagoa do Parque Solon de Lucena, na Capital da Paraíba.

É que um suposto erro logístico nas demandas judiciais na Central de Mandados acabou atrasando a intimação ao presidente da Câmara Municipal, Durval Ferreira (PP) e postergando o posicionamento do parlamento sobre a investigação.

O equívoco só foi descoberto porque ontem, segunda-feira (18), acabou o prazo de dez dias úteis, determinado no início do mês de abril, pelo juiz da 1ª Vara de Fazenda Pública da Capital, Marcos Coelho de Salles, para que o presidente se manifestasse.

Quando os vereadores da oposição fizeram a cobrança nesta terça-feira (19), ao presidente da Casa, Durval Ferreira, foram surpreendidos com a resposta dele, de que o parlamento não havia sido notificado até agora.

“Nós estamos aqui na Casa, eu ouvi comentários, ouvi conversas que nós seríamos notificados pela justiça para dar a resposta sobre a CPI e o que eu quero dizer é que até agora, sem culpar A ou B, eu quero dizer que nós não recebemos nenhuma notificação. Mas eu acredito que se houver essa notificação, antes disso, nós daremos a resposta”, falou.

Durval, que já havia garantido que daria a resposta nos últimos dez dias e descumpriu, agora estipulou para os próximos 12 dias o anúncio sobre o posicionamento da Mesa Diretora. O presidente lembrou que a procuradoria da Casa está analisando os quatro pedidos de CPI que foram protocolados, o que requer tempo. “Queremos ver como nós vamos concluir esse trabalho”, driblou.

Segundo o chefe de cartório, Durval já foi intimado hoje e a partir de agora começa a contar o prazo de mais dez dias úteis para que ele se manifeste publicamente.

PB Agora 

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