Segundo ele, o governo federal está liquidando ministérios e cargos com deputados em troca de votos contrários ao impeachment
Depois de criticar o prefeito Luciano Cartaxo (PSD) por ter abandonado o PT e mesmo assim ainda se posicionar contrário ao impeachment, o deputado federal Efraim Filho, do DEM, disse, nesta sexta-feira (08), que não há saída para o Brasil caso Dilma permaneça no poder.
Segundo ele, o governo federal está liquidando ministérios e cargos com deputados em troca de votos contrários ao impeachment, colocando os interesses do PT a frente dos interesses do país.
“O Brasil precisa de mudanças, a inflação e o desemprego tomam conta dos brasileiros, não existe saída da crise com Dilma no poder. O Brasil está em liquidação, o governo está liquidando, quem quiser votar contra, tem um cargo, um ministério. Isso demonstra que o governo perdeu a capacidade de liderar o país. A presidente não tem agenda para salvar o Brasil, existe agenda para salvar o PT”, disparou.
O parlamentar acredita que os deputados indecisos, após o parecer da Comissão, deverão seguir o clamor popular e interromper o mandato da presidente petista em prol do bem do país.
“A grande tendência é que os deputados indecisos, principalmente após a votação na comissão, que deve trazer a vitória pró impeachment, possam ser decisivos para que esses indecisos se coloquem a favor do impeachment e aí sim a oposição apresente os 342 votos necessários para tirar Dilma do poder”, asseverou.
Efraim lamentou a ausência de agenda administrativa do Governo e lamentou falta de políticas públicas para minimizar o caos na saúde e na economia.
“Não se fala no sistema tributário, na falta da mão de obra qualificada, aa insegurança jurídica para salvar o Brasil. A saúde está um caos, faltam vacinas, hospitais lotados, vírus da zika tomando conta e o que o governo só fala são nos nomes que vao ocupar os ministérios”, arrematou.
E continuou: “A sociedade já se posicionou a favor do impeachment, diversas pesquisas são publicadas apontam isso. O desgaste, a rejeição e a reprovação do governo Dilma chega a 90%, ou seja, menos de 10% dos brasileiros aprovam o Governo Dilma e logicamente esse sentimento repercute dentro do Congresso Nacional, que é por essência a Casa do Povo, e o sentimento que vemos lá dentro é de um governo que não consegue demonstrar quem são os 170 deputados que poderiam formar a sua base mínima para barrar o impeachment”
PB Agora
