Política

Líder da oposição acusa RC de infiel e dispara: “A infidelidade faz parte do seu currículo”

Sobre o voto de aplauso a Ricardo Coutinho (PTB) pela conduta de apoiar Dilma Rousseff, sugerida pelo deputado Anísio Maia (PT), Renato Gadelha afirmou que não votaria a favor

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O líder da oposição na Assembleia Legislativa da Paraíba, o deputado Renato Gadelha (PSC), esteve na tarde desta quinta-feira (31) no programa ‘Debate Sem Censura’, da rádio Sanhauá. Na ocasião o parlamentar falou sobre os principais debates na AL, o possível impeachment da presidente Dilma Rousseff e ainda aproveitou para fazer duras críticas ao chefe do executivo estadual, Ricardo Coutinho (PTB).

PAUTA NA ALPB

O deputado falou sobre a atual pauta que vem sendo adotada na Assembleia Legislativa, que tornou os debates que antes eram principalmente estaduais, em debates nacionais. Para o parlamentar, isto acontece em função da crise que o Brasil vive e os últimos acontecimentos como o impeachment da presidente Dilma Rousseff, a nomeação – ou não – de Lula como Ministro da Casa Civil.  “Tudo isso gerou um balanço muito grande no país todo e ai a bancada petista comandada tem discutido muito o golpe.”

Falando em golpe, Gadelha acredita que se houver de fato o impeachment de Dilma, não será golpe algum, já que está previsto na constituição. O líder de oposição na ALPB aproveitou para recordar quando o PT apoiou o impeachment de Fernando Collor “Quando aconteceu não era golpe, só agora virou.”

Ele destacou ainda que não é contra Dilma, mas sim, a favor do país “Do jeito que está não pode ficar, o Brasil está indo por agua abaixo, está perdendo rios de dinheiro, a confiança internacional e interna.”

Gadelha não acredita que possa haver guerra civil no país, caso o impeachment da presidente seja consolidado, já que o país não está divido “Hoje Dilma tem o apoio de 10% da população, então o resto condena o seu governo.”

VOTO DE APLAUSO AO GOVERNADOR

Sobre o voto de aplauso a Ricardo Coutinho (PTB) pela conduta de apoiar Dilma Rousseff, sugerida pelo deputado Anísio Maia (PT), Renato Gadelha afirmou que não votaria a favor e julgou o governador da Paraíba como “infiel” por não ficar do lado do seu partido, que apoia a saída da presidente do governo. “A infidelidade faz parte do seu currículo, foi assim com José Maranhão, com Cássio Cunha Lima, com Luciano Cartaxo.”

 

Da Redação.

 

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