Nos cumprimentos de fim de ano com jornalistas, o ministro disse que o ponto mais positivo para o governo em 2015 foi o pronunciamento do STF sobre o impeachment que, para ele, significou “o renascimento do governo Dilma”.
Entre as medidas estão a proposta de reforma da Previdência, com o aumento da idade mínima para aposentadoria; medidas de desburocratização do sistema tributário, uma proposta da CUT para permitir a livre negociação entre patrões e empregados e também medidas de crédito de médio e longo prazos – o que o governo chama de medidas de estímulo à retomada do crescimento da economia.
“Tenham esperança”, proclamou o ministro Jaques Wagner, ao encerrar a conversa com jornalistas cujas perguntas mostravam as dificuldades do governo na economia.
Para o ministro, a decisão do STF de estabelecer novo rito para o processo de impeachment gera calmaria no mundo político e, assim, o governo tem tempo para reorganizar sua base parlamentar. Ele se referiu várias vezes aos 199 votos que teve a comissão especial indicada pelos líderes governistas como sendo o retrato da base do Palácio do Planalto. “Isso nos dá garantia de rejeição do processo de imepachment”, disse. Para não haver a instalação do processo de impeachment são necessários pelo menos 172 votos.
Ou seja, o governo já trabalha com a perspectiva de governar com minoria. Ainda assim, ele acredita que o governo poderá reunir maioria para aprovar as medidas a serem enviadas ao Congresso, inclusive a proposta de reforma da previdência. Para ele, a chegada de Nelson Barbosa à Fazenda com Valdir Simão no Planejamento “dá harmonia” ao governo. Perguntado sobre contraponto, ele diz que este contraponto é feito pelo mercado.
Nos cumprimentos de fim de ano com jornalistas, o ministro disse que o ponto mais positivo para o governo em 2015 foi o pronunciamento do STF sobre o impeachment que, para ele, significou “o renascimento do governo Dilma”.
Ele não quis comentar a receptividade do mercado a Nelson Barbosa, afirmando que, se pudesse, pediria que esperassem o trabalho dele. “Nelson não fará nenhuma loucura; eu pediria que não sentenciassem antes, deixem o cara trabalhar primeiro”, afirmou.
Com G1
