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CPI da Petrobras ouve sete funcionários da estatal nesta tarde

cpi da petrobrásA Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Petrobras ouve hoje sete funcionários da estatal que tiveram participação nas obras das refinarias Abreu e Lima, em Pernambuco, e Henrique Lage (Revap), em São José dos Campos (SP). São eles: Abenildo Alves de Oliveira, Eduardo Jorge Leal de Carvalho e Albuquerque, Flávio Fernando Casa Nova da Motta, Gilberto Moura da Silva (gerente-geral da Refinaria de Capuava), Heleno Lira, Ivo Tasso Bahia Baer e Laerte Pires.

A audiência será realizada no plenário 1, a partir das 14h30.

No total, 14 pessoas serão ouvidas pela CPI nesta semana. O depoimento mais aguardado é o do empresário Júlio Faerman, ex-representante comercial da empresa holandesa SBM Offshore no Brasil. Ele é suspeito de ter feito pagamento de propinas a ex-diretores da Petrobras em troca de contratos com a estatal.

Ele será ouvido nesta terça-feira (9), a partir de 9h30. O local da reunião ainda não foi definido.

Faerman já havia sido convocado a depor anteriormente, mas não foi localizado. Ele só se dispôs a depor depois que a CPI aprovou a convocação do filho e do sócio dele.

Na quarta (10), serão ouvidos outros seis funcionários de segundo e terceiro escalão da Petrobras, envolvidos em processos de licitação, compras e até comunicação da empresa. São eles: Maurício Guedes, Heyder de Moura Carvalho (ex-gerente de Compras para Empreendimentos da Área de Abastecimento da Petrobras), Carlos Frederico Trevia (ex-gerente de Relacionamento e Comunicação da estatal), Marcos José Pessoa de Resende, Nilton Maia e Sérgio Bezerra.

A audiência será realizada a partir das 14h30, em plenário a definir.

Na quinta-feira (11), a CPI vai se reunir para votar requerimentos de convocação. O presidente da comissão, deputado Hugo Motta (PMDB-PB), quer votar pedidos de acareação entre acusados que fizeram acordo de delação premiada com a Justiça – como o ex-diretor Paulo Roberto Costa e o ex-gerente de Tecnologia Pedro Barusco.

Mas há outros pedidos que devem ser votados. Um deles é o depoimento do empresário Júlio Camargo, um dos delatores do esquema, que relatou em depoimentos ter feito pagamento de propina a diretores e agentes políticos.

Redação com Agência Câmara Notícias

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