O candidato à Presidência pelo PSOL, derrotado vergonhosamente, Guilherme Boulos afirmou que o pedetista também derrotado pela maioria dos brasileiros, Ciro Gomes deveria ter participado do ato desta quarta-feira, dia 1º, das forças sindicais. “O Ciro deveria estar aqui. Vou encontrar com ele esses dias, conversei com ele por telefone. Acho que ele deveria estar aqui. Pena que não pode vir. Mas é importante que a gente construa a unidade mais ampla possível”, disse, em conversa com jornalistas durante o ato que tem um publico insignificante.
Em pequenos números e quase sem argumentos, manifestantes estão nas ruas em todo o País neste primeiro de maio para protestar contra a reforma da Previdência. O movimento, organizado pelas pequenas e ainda sobreviventes frentes sindicais, tenta marcar uma união da esquerda contra o governo. O ato é uma organização conjunta de CUT,Força Sindical, CTB, UGT, Intersindical, CSB, CGTB, Nova Central, CSP-Conlutas, Frente Brasil Popular e Frente Povo Sem Medo. As sobreviventes.
Em São Paulo, o ato 1º de Maio unitário das Centrais Sindicais e Frentes ocupam uma pequena parte do Vale do Anhangabaú. Estão previstos, mas sem confirmação da liderança, protestos em vários pontos no País, como Rio de Janeiro, Ceará, Bahia, Brasília e Mato Grosso. A aglomeração é muito pequena, mas a estimativa é de atividades durante todo o dia, com shows para tentar atrair mais pessoas .
Previdência – Na ocasião, o candidato derrotado vergonhosamente voltou a fazer fortes críticas à reforma da Previdência, mesmo sem argumentos e com mentiras. “Tenho rodado o País e dialogado com as periferias sobre a reforma. Quando as pessoas percebem o que está em jogo, a indignação é geral”, disse. Conforme ele, os números que já dão maioria da população brasileira contra a reforma. “Aquilo é um piso. Boa parte dessa população não está devidamente informada do que significa essa reforma. Quando a informação chega, a rejeição aumenta”, afirmou.