Política

Vereador deve anunciar semana que vem a saída do Democratas e busca partido que apoie Cartaxo

Bosquinho afirmou que critério para escolha de novo partido passa pelo apoio a Luciano Cartaxo e que seja um partido que garanta votos suficientes para sua reeleição à CMJP

bosquinho

O vereador Bosquinho garantiu que até a próxima semana deverá anunciar se deixa mesmo o Democratas e qual a nova legenda que deverá se filiar. Segundo ele, sua decisão levará em conta que seja um partido da base do prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo (PSD) e que ofereça condições para sua reeleição para um novo mandato na Câmara Municipal de João Pessoa (CMJP). Ele afirmou que até o momento não houve nenhuma conversa interna para que ele permaneça na legenda.

Bosquinho afirmou que sua decisão será comunicada apenas ao presidente do diretório estadual do Democratas, o ex-senador Efraim Morais. Bosquinho perdeu, em outubro do ano passado, o comando do diretório do partido em João Pessoa para George Morais, filho do ex-senador e irmão do deputado federal Efraim Filho. Na ocasião, ele alegou que seu afastamento da presidência do Democratas seria porque ele apoia a reeleição de Luciano Cartaxo. “Vou ter uma conversa apenas com o presidente estadual do partido, o ex-senador Efraim Morais”, afirmou.

O vereador disse que já recebeu convite de várias legendas e que está conversando com seus apoiadores antes de tomar uma decisão. “Ainda não definimos a saída ou permanência no Democratas, acho que no mais tardar na semana que vem. Existem conversações com várias legendas, recebi vários convites, mas não tenho definições.No decorrer do nosso mandato deixamos claro que apoiamos o prefeito e no Democratas fica bem claro que já tem uma tendência (de apoio à pré-candidatura de João Azevêdo), então tudo isso está sendo colocado na balança”, declarou.

Em virtude disso, Bosquinho garante que será levado em conta que seja um partido que esteja na base do prefeito Luciano Cartaxo para não entrar em uma nova legenda já divergindo do seu direcionamento. Outro motivo levantado é que a nova legenda garanta votos suficientes para sua reeleição a vereador.

“Estou conversando com as pessoas que nos apoiam, porque passa também por uma questão de ter um partido que tenha substância para a gente se reeleger, o que seria isso: que tenha votos que possam fazer o coeficiente eleitoral, porque ninguém se elege só, então o partido para fazer um vereador precisa atingir um coeficiente eleitoral em torno de 14 ou 15 mil votos. Então é tudo isso que tem que ser levado em consideração. Passa logicamente por isso e também pela questão da manutenção do apoio ao prefeito. A decisão é um momento do vereador pensar em si”, concluiu.

 

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