O vereador disse que o poder público municipal já vem defendendo sua posição técnica a órgãos de controle e de fiscalização, como o Ministério das Cidades
O líder da bancada de situação na Câmara Municipal de João Pessoa (CMJP), vereador Marco Antônio (PHS), afirmou que o prefeito da Capital, Luciano Cartaxo (PSD) não teme a realização da CPI da Lagoa e disse que esta Comissão Parlamentar de Inquérito tem cunho eleitoreiro. No entanto, ele destaca que a aposta da oposição era de que a reforma não seria entregue e, por isso, ao ver a obra praticamente pronta, apela para uma CPI.
“Cartaxo não teme. O objetivo desta CPI é única e exclusivamente político e eleitoral, não existem outros motivos. Pois se existissem dúvidas, questões para serem elucidadas, a serem tiradas, elas teriam sido tiradas quando a prefeitura, de forma transparente, apresentou todos os argumentos do relatório da Caixa Econômica Federal, responsável pela fiscalização da obra no dia a dia. O órgão atesta que não houve qualquer irregularidade na retirada de sedimentos, nem no encaminhamento dos detritos ao aterro sanitário”, disse.
Marco Antônio afirmou que compreende a situação da oposição, mas assegura que a obra é a mais importante da cidade. “Isso é natural, se eu tivesse na oposição eu estaria compreendendo até muito mais isso. Não tem nenhuma obra como a da Lagoa e diante da importância daquela obra e da eminência de ela ser entregue, primeiro apostaram que ela não seria entregue então diante disso tem que se tentar alguma coisa, como essa CPI”, declarou.
O vereador lembrou que o poder público municipal já vem defendendo sua posição técnica a órgãos de controle e de fiscalização, como o Ministério das Cidades. “A exemplo do que houve na Câmara, a defesa da Prefeitura de João Pessoa também vem sendo apresentada a outros órgãos responsáveis. O mais importante, no entanto, é que esta obra histórica será entregue à população em junho deste ano, dentro do prazo estabelecido”, apontou.
O vereador também disse que ainda não tinha sido comunicado da decisão do juiz da 1ª Vara que determinou a instalação da CPI e que aguarda ser convocado pelo presidente para uma análise. “O presidente é quem vai tomar as decisões cabíveis. A questão do trâmite legal desta decisão dentro da casa depende exatamente dos órgãos da Casa, que vão analisar, ver o teor da decisão, o que o juiz está determinando e quando ele chamar os líderes da Casa, faremos uma análise”, afirmou.
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