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Terror islâmico deixa 12 mortos em Paris
O atentado em Paris começou pouco depois da divulgação do tuíte, e deixou dez jornalistas e dois policiais mortos, além de cinco feridos em estado grave. O presidente François Hollande foi até o local do ataque e convocou uma reunião de crise no palácio presidencial para as 11h de Brasília. As autoridades também anunciaram que a região parisiense foi colocada em estado de alerta máximo. “Os autores do atentado serão processados. A França está diante de um choque. É um ataque terrorista, é sem dúvida”, disse Hollande.
Vincent Justin, um jornalista que trabalha em um edifício próximo à sede do Charlie Hebdo, afirmou que duas pessoas entraram na redação do semanário e começaram a atirar. Segundo Justin, os autores do ataque gritavam a frase “vamos vingar o profeta”. Outras testemunhas disseram ao canal de notícias francês iTELE terem visto o incidente a partir de um prédio próximo, no coração da capital francesa. “Cerca de meia hora atrás dois homens com capuz preto entraram no prédio com fuzis Kalashnikovs”, disse Benoit Bringer à emissora.
“Poucos minutos depois, nós ouvimos vários tiros”, disse, acrescentando que os homens depois foram vistos fugindo do prédio. A chargista Corinne Rey, que assina como Coco, presenciou o atentado e afirmou ao site francês L’Humanité que os terroristas “falavam francês perfeitamente” e “reivindicaram ser da Al-Qaeda”. Porém, as autoridades não confirmaram a autoria do atentado.
Resumopb