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Silêncio de Amadeu mantém mistério sobre a sua renúncia à Federação

Amadeu Rodrigues, presidente da FPF

Amadeu Rodrigues, presidente da FPF

Esta sexta-feira promete ser movimentada na Federação Paraibana de Futebol (FPF). Isso porque pode marcar a renúncia do presidente Amadeu Rodrigues, desgastado por problemas pessoais e por divergências com o grupo da ex-presidente Rosilene Gomes. A expectativa é que o mandatário apresente hoje uma carta-renúncia, abdicando dos três anos que ainda terá pela frente. Se isso acontecer, o vice Nosman Barreiro será empossado na Federação.

Ontem foi mais um dia de silêncio de Amadeu. Ele evitou qualquer declaração que indicasse o rumo que tomará nesta sexta-feira. No entanto, ainda é possível uma reviravolta na situação. Isso porque alguns clubes profissionais se mostraram solidários ao presidente e fizeram um apelo para que desistisse da renúncia. É possível que o dirigente não compareça à Federação e adie até a próxima semana uma decisão sobre o caso.

Enquanto isso, a FPF deixa em compasso de espera as decisões relativas ao Campeonato Paraibano, como a definição dos estádios e também uma posição sobre a situação do Esporte de Patos, punido pelo TJD e que pode ficar fora da competição.

Amadeu foi eleito em dezembro de 2014 para quatro anos de mandato. Na época, ele era aliado da ex-presidente Rosilene Gomes e obteve 52,85%, com 37 dos votos válidos. A segunda colocação ficou com o Coriolano Coutinho, o irmão do governador Ricardo Coutinho, que teve 29 votos. Em terceiro lugar ficou João Máximo, com apenas quatro.

Com GE PB

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