Fulgêncio afirmou que é necessário a criação de plano de efetivação dos servidores públicos que atuam na saúde.
O secretário de Saúde de João Pessoa, Adalberto Fulgêncio, traçou quais serão os principais desafios a serem vencidos no município no segundo semestre de 2016. Ele ressaltou que a prefeitura, assim como o estado, enfrenta problemas com a crise econômica do país, mas garantiu e o município está conseguindo vencer as adversidades.
Segundo ele, dar autonomia financeira e administrativa aos hospitais, como o Santa Isabel, no bairro do Tambiá, e o Orto Trauma, em Mangabeira, melhorariam satisfatoriamente a gestão da saúde na cidade.
“A crise não é pequena e você tem poucos recursos, mas acredito que dar autonomia financeira aos hospitais Santa Izabel e Trauminha seria bom. Eles precisam dessa autonomia para melhorar a administração”, disse.
O secretário afirmou que é necessário a criação de plano de efetivação dos servidores públicos que atuam no seguimento. Para ele é preciso clareza na contratação de funcionários da saúde.
“Nós precisamos diminuir a contratação de prestadores de serviço. Temos que sinalizar claramente para sociedade e para rede municipal de saúde, por exemplo, com a contração de médicos. Se eu tiver hoje um bom modelo para que as 191 equipes de João Pessoa sejam médicos efetivos e concursados, para aquele fim e vocação, com uma parte fixa do salário e a outra vinculada a produção e resolutividade, essas coisas melhorariam muito o serviço”, avaliou.
Outra meta do secretário para a pasta é melhorar a relação da gestão com os profissionais da categoria. “Temos que melhorar cada vez mais a relação com os profissionais de saúde. Temos que ter uma boa relação com os médicos, com os dentistas, enfermeiros, com todos os profissionais de saúde”, pontuou.
Fulgêncio também tratou da construção do hospital da mulher, prometido pelo prefeito Luciano Cartaxo, segundo ele a prefeitura aguarda a liberação de verba federais para fazer a obra.
“O projeto está montado e submetido ao Ministério da Saúde. Um projeto arrojado, um projeto muito bom, mas que precisa dessa parceria em nível nacional. Todavia, as políticas para as mulheres estão bem organizadas e racionalizadas”, concluiu.
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