O prefeito de Campina Grande, Romero Rodrigues, anunciou na manhã desta terça-feira (14) as medidas de enfrentamento ao coronavírus que serão tomadas durante a reabertura do comércio no dia 20 de abril. De acordo com o prefeito, entre as medidas está a distribuição de 500 mil máscaras para a população campinense.
Segundo a prefeitura, a reabertura do comércio será realizada de forma gradativa e experimental a partir do dia 20 de abril. Entre as medidas anunciadas, estão as de que um equipe da prefeitura estará diariamente nas ruas distribuindo álcool em gel para as pessoas, nos locais onde deve acontecer maior movimentação, além da pulverização de calçadas, com substâncias que combatem o vírus.
Na cartilha de retomada das atividades econômicas da cidade, estão várias normais gerais para funcionamento dos estabelecimentos, entre eles, a limitação de entrada de pessoas em 50% da capacidade de público do estabelecimento, podendo este estabelecer regras mais restritivas, o controle de acesso e marcação de lugares reservados aos clientes e a distância mínima de dois metros entre cada pessoa. O afastamento, sem prejuízo de salários de empregados pertencentes ao grupo de risco, tais como pessoas com idade acima de 60 anos, hipertensos, diabéticos e gestantes também foi recomendado.
Além disso, os estabelecimentos devem ter álcool em gel ou dispor de pias em locais estratégicos; devem dispor de painel acrílico, de vidro, ou barreira similar, em frente aos caixas ou balcões de atendimento; as lojas precisam ter demarcação do piso de distanciamento entre as pessoas para atendimentos que demandem formação de filas; o uso dos Equipamentos de Proteção Individuais (EPI´s) é obrigatório para todos os funcionários.
Ainda segundos as medidas recomendadas, o grupo de risco tem restrição de acesso até às 9h, ou a primeira hora de funcionamento (bancos, lotéricas e similares). O funcionamento de feiras livres ficou restrito ao período de quarta a domingo das 5h às 14h.
De acordo com a decisão, o não cumprimento das condições impostas pela prefeitura implicará na aplicação das penalidades administrativas, incluindo fechamento imediato e a suspensão do alvará de funcionamento. A fiscalização do cumprimento das recomendações será realizada pelos fiscais do Procon, Gevisa e Secretaria de Saúde com acompanhamento de atividades realizados pelo Ministério Público e Ministério Público do Trabalho da Paraíba com apoio do Corpo de Bombeiros e Polícia Milita.
com G1