Uma Bombonera pulsando apoio ao Boca durante todo o jogo não foi suficiente para levar os donos da casa para a final da Copa Libertadores. Assim como na decisão do ano passado, o River Plate saiu comemorando após o apito final. Apesar disso, o Boca pressionou bastante, principalmente na bola áerea, já que faltava criatividade para os argentinos que vestiam azul e amarelo. No mais, avança para a final quem é mais time, mesmo perdendo por 1 a 0.
Como era de se esperar, Boca e River começou tenso. Mesmo jogando na Bombonera, os donos da casa tinham dificuldades de propor o jogo e apostou mais nas bolas áereas. Já o River, por outro lado, parecia satisfeito com a vantagem e por vezes tentou retardar a partida. Os visitantes até criaram e mostraram mais qualidade, mas faltou efetividade e até mesmo vontade de partir para cima do Boca.
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Eduardo Salvio lamenta uma das oportunidades desperdiçadas pelo time do Boca (Foto: Getty Images)
A pressão do Boca finalmente surtiu efeito e Hurtado abriu o placar aos 34 minutos. O atacante, que entrou na etapa final, completou o cruzamento de Lisandro López, seguido da falha de Zárate. E aí foi um Deus nos acuda. Se o River já fazia cera antes do gol, depois continuou ainda mais. E se o Boca já tentava jogadas pelo alto, quando viu que deu certo, apostou mais ainda nesse estilo. Mas foi só aquela vez. O River Plate segurou a pressão e saiu da Bombonera com a classificação.
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Hurtado comemora o único gol do jogo, que não foi suficiente para dar a classificação para o Boca (Foto: Agustin Marcarian / Reuters)
Tetracampeão da Libertadores e duas vezes vice, o River Plate vai encarar a sétima final de Libertadores na história do clube. Mas essa será apenas a segunda vez que enfrentará um time brasileiro. A outra foi diante do Cruzeiro, em 1976. G1