Renato culpou a emoção da derrota pelas declarações e disse que não autorizou a publicação dos áudios, vazados nas redes sociais, segundo ele, por um filiado do PSB, que agiu de má fé para lhe prejudicar.
Segundo o parlamentar, no momento doloroso de derrota, ele recebeu uma mensagem de um filiado ao PSB, conhecido como Miro, que não queria que seu mandato crescesse, pois era um mandato que, conforme o parlamentar ofuscava e incomodava esse membro da sigla.
“Na verdade eu prefiro ficar com o fato em si. No momento circunstancialmente doloroso, ninguém quer perder, um determinado filiado do PSB, chamado Miro, vinculado a essas forças menores, que em nenhum momento queria que nosso mandato crescesse, e esse filiado me mandou uma mensagem, no popular, me tirando onda, e eu imediatamente respondi a ele, de maneira inequívoca, lastreado pela emoção, falei aquilo que escuto como fofoca, os comentários de esquina. Peguei essas informações e respondi, de maneira instantânea, no zap, de forma privada, e sem eu autorizar nenhuma divulgação coletiva, de forma que não me sinto acusado ou culpado, nem que deva dar desculpa nenhuma. Um cidadão tirou onda comigo e eu me vali de fofocas para responder, como todo mundo faz”, disse.
Renato disse ainda que caso seja intimado pelo partido na justiça vai procurar analisar o que é fofoca e o que não seria dentro do que enviou na postagem.
“O caso, no momento de emoção, lancei mão de fofoca. Sou um ser humano. Não me arrependo de se ser humano”, ressaltou.
Atualmente respondendo um processo no Conselho de Ética do PSC, Renato disse que ao invés de ser crucificados, deveria ser premiado. “Eu mereço é um prêmio com um mandato de luta, que apresentou projetos ousados. O estatuto do PSB mostra que temos que apresentar leis avançadas, e nós fizemos isso. Eu quero um prêmio por todas as nossas lutas, pela defesa a Ricardo Coutinho, então o que eu peço é que o PSB faça um prêmio e entregue ao nosso mandato por um mandato exemplar”, arrematou.
PB Agora
