Um princípio de rebelião teve início no Centro Sócioeducativo do Adolescente Edson Mota (CSE), localizado no bairro de Mangabeira, em João Pessoa. A Polícia Militar estão neste momento tentando conter o tumulto. Ainda não há informações oficiais sobre a rebelião. De acordo com testemunhas, houve disparos na área interna da unidade.
A rebelião envolve cerca de 35 adolescentes. A ação registrou diversos jovens no telhado do local.
De acordo com Noaldo Meirelles, presidente da Fundac, o tumulto começou porque alguns internos se recusaram a entrar nos quartos para as atividades e começaram a subir para o telhado. Ele não soube informar sobre disparos e está se dirigindo ao local.
O bloco A onde houve o problema tem cerca de 35 adolescentes.
Informações da Polícia Militar, dão conta que cerca de 44 jovens estão tentando passar para as outras alas B e C, e que teriam arrombado os cadeados das celas. O tumulto já envolve três pavilhões e o oito viaturas do Bope já chegaram até o local. Também informaram que os tiros registrados foram de efeito moral para tentar impedir que os jovens consigam passar para as outras alas.
Houve informações de que poderia haver reféns, mas a Fundac negou que tenha ocorrido reféns.
Mais de cinco viaturas da PM foram acionadas. Além de equipes do Corpo de Bombeiros e ambulâncias. Foram registrados tiros durante a chegada da PM.
Segundo informações os internos quebraram cadeados da unidade.
Pente Fino – Ao ficarem sabendo do caso, os familiares dos adolescentes se deslocaram até o local, onde permanecem aguardando informações.
Após o princípio de rebelião, registrado no Centro Sócioeducativo do Adolescente Edson Mota (CSE), na tarde desta quinta-feira (2), localizado no bairro de Mangabeira, em João Pessoa, a Polícia Militar vai fazer um ‘pente fino’ nos pavilhões. A vistoria será iniciada após o retorno dos jovens para os pavilhões. O tumulto, iniciado no Bloco A e que se estendeu para o B e C, foi contido nessa tarde. A rebelião foi registrada após os adolescentes se recusarem a retornarem para os quartos.
Segundo informações do Major Benevides, a polícia permanece em negociação para normalizar a situação. “Foi feita uma negociação com os menores que já estão descendo do teto do local. Agora estamos fazendo a parte de contenção e controle dos jovens”, explicou.
Ainda segundo ele, durante a tentativa de subir no telhado do Centro, alguns jovens ficaram feridos com escoriações pelo corpo.
O major explicou que foi necessário realizar a abordagens com tiros de borracha, munição de efeito moral, para conter os adolescentes.
De acordo com Noaldo Meirelles, presidente da Fundac, a rebelião começou porque alguns internos se recusaram a entrar nos quartos para as atividades e começaram a subir para o telhado. O bloco A onde houve o problema tem cerca de 35 adolescentes. Ele negou terem sido feitos reféns.