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Quem é a herdeira milionária que morreu após sofrer picada de inseto
A jovem herdeira Marissa Laimou, de 28 anos, morreu na última quinta-feira (11) em Londres, no Reino Unido, após sofrer uma picada de inseto que desencadeou um choque tóxico. As informações foram relatadas pela mãe dela, Bessy Laimou, à imprensa grega.
Marissa, integrante de uma das famílias mais ricas da indústria de transporte marítimo da Grécia, havia superado um câncer de mama recentemente, mas não resistiu às complicações da picada.
De acordo com os relatos, os sintomas começaram três dias antes da morte, com tontura, febre e coceira. Marissa foi atendida inicialmente por um médico em casa, que receitou medicamentos, mas não apresentou melhora.
Mais tarde, ela consultou um oncologista em Londres devido ao histórico de câncer. Encaminhada de ambulância para outro hospital, foi examinada por enfermeiros, que decidiram não interná-la, segundo a mãe.
Um médico prescreveu antibióticos e diagnosticou a jovem com uma picada de inseto, liberando-a na noite de quarta-feira (10). No dia seguinte, Marissa foi encontrada sem vida por uma governanta dentro do próprio apartamento.
Bessy afirmou que a causa da morte foi um choque tóxico provocado pela picada, embora o tipo de inseto ainda não tenha sido identificado. “Minha filha sobreviveu ao câncer e morreu por causa de um inseto”, disse.
O hospital envolvido no caso admitiu que houve um erro grave no atendimento e abriu uma investigação interna para apurar as circunstâncias, de acordo com os jornais britânicos Daily Mail e The Independent.
A autópsia ainda não foi realizada, segundo os jornais. “Não teremos respostas até que a autópsia seja concluída”, disse a tia-avó de Marissa, Chrysanthi, ao jornal grego Parapolitika.
Segundo o Mail, amigos descreviam Marissa como talentosa, modesta e apaixonada pelo teatro. “Ela era uma menina muito gentil, quieta, educada, culta e simples”, afirmou Chrysanthi.
A família Laimou é uma das mais conhecidas no setor de transporte marítimo grego, com raízes comerciais que remontam ao início do século 20, de acordo com os jornais britânicos. (R7)