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Professor Charliton lamenta perda de BRT: “mais uma vez, incompetência da gestão”

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O motivo da suspensão da verba teria sido a falta de apresentação de projetos por parte da Prefeitura Municipal de João Pessoa

 

O presidente estadual do Partido dos Trabalhadores da Paraíba, Professor Charliton, comentou a notícia de que o Ministério das Cidades teria cancelado os recursos de mobilidade destinados para a Prefeitura Municipal de João Pessoa para construção e implantação do BRT.

O motivo da suspensão da verba teria sido a falta de apresentação de projetos por parte da gestão municipal. O Professor Charliton lembrou que no ano passado o PT fez um amplo debate sobre a falta de competência da Prefeitura em apresentar um projeto decente para a implantação do BRT, e que por isso a cidade tinha perdido os recursos garantidos pelo governo Dilma.

“O prefeito Luciano Cartaxo veio até o público dizer que estávamos mentindo, e que na verdade essas verbas não existiam e agora recebemos a informação que o dinheiro mais uma vez estava disponível, porém, a incompetência do gestor e da sua equipe, fez com que essa verba fosse suspensa. Será que o prefeito vai ter coragem de dizer novamente que o problema foi a crise financeira e o Governo Federal?”, criticou o presidente estadual do PT da Paraíba.

O Professor Charliton acrescentou que um dos maiores problemas de Cartaxo é não admitir seus erros e tentar culpar os outros pela falta de organização e comprometimento da sua administração: “Já começamos o ano sabendo que nada mudou, e a administração municipal continua desorganizada, e o pior, o prefeito nunca assume suas falhas. Assim como ele faz com a saúde, educação, turismo, entre outras áreas, jogando a culpa para a crise econômica e para o Governo Federal, provavelmente vai fazer o mesmo com as verbas destinadas para o BRT”.

Na portaria nº 185, de 24 de abril de 2012, que determinava um prazo de 18 meses para que a Prefeitura de João Pessoa apresentasse projetos para as propostas selecionadas”.

“Ainda de acordo com esta portaria, ‘o não atendimento ao prazo estabelecido inviabilizará a celebração do termo de compromisso ou contrato de operação de crédito para execução da obra, excluindo a proposta dos empreendimentos selecionados para o PAC 2 Mobilidade Grandes Cidades’”.

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