Política

“Prioridade deve ser salvar vidas”, diz Dep. Federal Aguinaldo Ribeiro (PP/Pb)

O deputado federal e líder da Maioria no Congresso Nacional, Aguinaldo Ribeiro, do Progressistas, destacou que ao longo dos seus mandatos tem defendido a segurança e a transparência no processo eleitoral brasileiro e que também pauta o seu trabalho na democracia e no bom debate no campo das ideias.

O parlamentar ressaltou que a rejeição, em plenário, da PEC do voto impresso, mostra que a maioria dos parlamentares está ciente de que no momento o foco do Brasil deve ser outro e que levar adiante a referida matéria tiraria a prioridade de projetos mais relevantes.

Ribeiro ainda chamou a atenção para a segurança do processo eleitoral e enfatizou que desde que a urna eletrônica foi adotada, não há comprovação de fraudes em nenhum pleito que já tenha ocorrido no país.

“Desde que foi adotada, em 1996, a urna eletrônica já contabiliza 13 eleições gerais e municipais, além de um grande número de consultas populares e pleitos comunitários, sempre de forma bem-sucedida, sem comprovação de fraude”, argumentou.

Aguinaldo frisou ainda que neste momento de pandemia, os debates menores devem ser evitados já que a prioridade do país é enfrentar a covid-19 e salvar vidas.

“Nesse momento de pandemia, a prioridade do Brasil deve ser lutar para salvar vidas e conseguir uma retomada efetiva da economia, gerando mais empregos e renda”, pontuou.

Sobre a PEC do voto impresso – O plenário da Câmara dos Deputados rejeitou, nessa terça-feira, dia 10, por 229 votos favoráveis, 218 contrários e uma abstenção, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 135/19, que visava tornar obrigatório o voto impresso. Para que fosse aprovada, a PEC precisava de, no mínimo, 308 votos em dois turnos de votação. A matéria então será arquivada.

A proposta já havia sido derrubada em comissão especial na sexta-feira (06), por 22 votos a 11. No entanto, por considerar que os colegiados não são conclusivos, o presidente Arthur Lira decidiu colocar a proposta em votação no plenário, tendo sido a PEC também rejeitada pelos parlamentares.

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