Política

Presidente da CDL-CG e pré-candidato a prefeito, lamenta redução nos postos de emprego na cidade

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Artur acredita que esta crise pode trazer oportunidades, restando à população estar atenta e se qualificar para as oportunidades que vão surgir

 

Economicamente, 2016 não começou bom para os lojistas campinenses. O presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas de Campina Grande (CDL), Artur Almeida (Bolinha), manifestou a sua preocupação diante da crise que tem provocado uma redução de mais de 3 mil postos de trabalho nos últimos meses e disse que isso sinaliza que o primeiro semestre deste ano será difícil.

Para o empresário que também é pré-candidato a prefeito de Campina Grande, ” o pior lado da crise é a falta de perspectiva por parte do Governo Federal.”

– Houve significativa retração. O comércio sempre contratou mais do que demitiu, mas no último ano, a gente viu um movimento diferente em relação a isso. É a consequência deste momento econômico que o país atravessa e faz com que a gente tenha que se reinventar, se redescobrir para ver como cada um pode vencer a dificuldade que essa crise nos impõe, tanto ao empresário como à sociedade. O que nos angustia é a falta de perspectiva por parte do Governo Federal em finalizar uma medida que possa, a curto ou médio prazo, fazer com que a gente possa vislumbrar qualquer recuperação da atividade econômica do país – lamentou Bolinha.

Artur acredita que esta crise pode trazer oportunidades, restando à população estar atenta e se qualificar para as oportunidades que vão surgir.
– É preocupante, mas a crise, do mesmo jeito que nos traz dificuldade, também é geradora de oportunidade. A gente tem que tentar enxergar quais são as oportunidades que esse momento pode nos apresentar. Eu disse em vários programas que gostaria que em 2016 não tivéssemos saudades de 2015 e continuo alimentando esse desejo, mas para que isso aconteça, além do governo fazer sua parte na esfera nacional, estadual e municipal, é preciso que cada um procure trabalhar mais, com mais foco, se qualificar melhor e agarrar as oportunidades que vão surgir e que em 2016 a gente consiga manter o nível de emprego que se verifica hoje porque apesar de Campina ser considerada uma cidade média, ela foi uma das cidades que menos perdeu postos de emprego e vamos ver se mantemos essa performance – lamentou.

 

Com PB Agora

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