O presidente informou que a Câmara realizou várias audiências públicas para discutir o tema e cobrar uma solução. Nelas, de acordo com o presidente, representantes da Cagepa sempre estipularam prazos e promessas, mas sem cumprimento
O presidente da Câmara do Conde, Luzimar Nunes, cobrou do Governo do Estado a conclusão das obras da adutora do município, que sofre com o problema de abastecimento d’água.
“Não podemos aceitar que uma cidade que dá de beber a Capital do Estado não tenha água em suas torneiras para sua gente. Nosso apelo é para que o governador cumpra sua promessa. A paciência do Conde chegou ao fim”.
Ele isentou o poder legislativo municipal de qualquer responsabilidade sobre a situação. Luzimar atribuiu ao Governo do Estasdo os atrasos e paralisações da construção da adutora, cuja ordem de serviço foi assinada em junho de 2013 e tinha dez meses de prazo para conclusão.
O presidente informou que a Câmara realizou várias audiências públicas para discutir o tema e cobrar uma solução. Nelas, de acordo com o presidente, representantes da Cagepa sempre estipularam prazos e promessas, mas sem cumprimento.
O Conde vive uma contradição, pois é um município à beira-mar, cercado por rio e sede do Açude de Gramame, com capacidade para 56 milhões de metros cúbicos, mas que precisa recorrer a poços artesianos para garantir o abastecimento básico a residências e empreendimentos da rede hoteleira.
A prefeita do Conde, Tatiana Correia (PT do B), não acredita no que chama de ‘nova promessa’ de construção da adutora. “O governador prometeu, cavou buracos na cidade quando precisou do nosso apoio e depois descobrimos que eram só promessas, como as que voltará a fazer agora na véspera de mais uma eleição”.
Programada para ser entregue no começo de 2014, a obra ganhou um novo prazo. “Até março colocamos a adutora que irá ligar o sistema de Gramame ao reservatório do Conde”, garantiu Marcos Vinicius, presidente da Cagepa.
Com MaisPB
