O presidente dos Estados Unidos Donald Trump afirmou, nesta sexta-feira (03/01/2020), que o general iraniano Qassem Soleimani era “odiado e temido” no país asiático. Para o mandatário norte-americano, contudo, o Irã jamais vai admitir isso.
O comandante das Forças Quds — uma unidade especial da Guarda Revolucionária do Irã — foi morto em bombardeiro no Aeroporto Internacional de Bagdá nessa quinta-feira (02/01/2019).
Trump disse que Soleimani matou ou feriu gravemente milhares de norte-americanos durante um longo período de tempo.
Segundo o presidente dos Estados Unidos, o general foi responsável pela morte dessas pessoas “direta e indiretamente”. “Planejava matar muitos mais… mas, foi pego!”, escreveu Trump, em rede social, em uma sequência de dois tuítes.
O republicano, pré-candidato às eleições presidenciais deste ano, ressaltou que, na sua opinião, Soleimani deveria ser morto há muito tempo.
Qassem Soleimani havia sobrevivido a diversas tentativas de assassinato nas últimas décadas. O general era membro próximo do líder supremo iraniano, o aiatolá Ali Khamenei.
Esse é um dos primeiros pronunciamentos de Trump sobre a morte do general. Mais cedo, na rede social, ele escreveu que “o Irã nunca venceu uma guerra, mas nunca perdeu uma negociação”.
Por outro lado, os iranianos prometeram “retaliação severa” aos Estados Unidos. O aiatolá Ali Khamenei, alertou que uma “retaliação severa está aguardando” Washington.
General Qassem Soleimani has killed or badly wounded thousands of Americans over an extended period of time, and was plotting to kill many more…but got caught! He was directly and indirectly responsible for the death of millions of people, including the recent large number….
— Donald J. Trump (@realDonaldTrump) January 3, 2020
metropoles