Política
Pré-candidato a prefeito de JP descarta assumir Ministério: “Tirem o cavalinho da chuva”
Deputado ainda falou que se tivesse assumido o Ministério da Saúde no governo de Dilma (PT) teria sido um “ministro frustrado”
O deputado federal e pré-candidato a prefeito de João Pessoa, Manoel Júnior (PMDB) descartou a possibilidade de assumir algum ministério em um possível governo de Michel Temer (PMDB) como presidente da República. Segundo ele, seu nome permanecerá na disputa para a prefeitura da Capital nas eleições de outubro, mas disse que espera que caso Temer assuma o Governo Federal, convoque algum paraibano para seu quadro de auxiliares. Ele ainda comentou sobre a possibilidade de ter assumido o Ministério da Saúde de Dilma (PT) e disse que se isso tivesse mesmo ocorrido, teria sido um “ministro frustrado”.
“Aqueles que já estão julgando que meu nome está entre os ministeriáveis, pode tirar o cavalinho da chuva. Os que estão ventilando esta possibilidade são os que querem me tirar da disputa de João Pessoa e esta possibilidade é -1. Não existe. A Paraíba merece ter um ministro como já teve vários, mas merece mais que isso. Se temer não colocar nenhum ministro, mas eleger prioridades importantes de obras estruturantes, para melhorar nossa economia, a condição de vida da população, eu até dispenso ele chamar qualquer paraibano para um ministério”, afirmou.
Manoel Júnior chegou a ser cogitado, no final do ano passado para ser o Ministro da Saúde no governo da presidente Dilma Rousseff (PT). Pouco tempo antes, ele tinha criticado o governo federal e foi bombardeado em virtude da possibilidade de assumir. No entanto, após se dizer honrado por ter seu nome citado entre os possíveis ministros, Manoel Júnior foi preterido do cargo, que ficou com Marcelo Castro (PMDB), do Piauí.
“Antes de eu ser cogitado para ser ministro no final do ano, em abril eu já falava da crise, que a crise da economia era grave, a crise ética e moral era grave e principalmente a crise de confiança. Meu nome foi colocado pelo líder do meu partido na lista tríplice e com muita honra foi lembrado para ser ministro, mas graças a Deus eu não fui porque seria um ministro frustrado”, declarou.
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