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Parlamentar de CG quer “repúdio” a Bolsonaro por incitação à violência

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Ao votar pelo encaminhamento do impeachment da presidenta Dilma Rousseff para o Senado, Bolsonaro (PSC-RJ) dedicou seu posicionamento aos “militares de 64”

O vereador Napoleão Maracajá protocolou na última terça-feira(19), na Câmara Municipal de Campina Grande, pedido de Voto de Repúdio em desfavor do deputado federal Jair Bolsonaro, pela incitação à violência, ditadura e às práticas preconceituosas.
Ao votar pelo encaminhamento do impeachment da presidenta Dilma Rousseff para o Senado, Bolsonaro (PSC-RJ) dedicou seu posicionamento aos “militares de 64”. O parlamentar citou ainda o coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, ex-chefe do Destacamento de Operações de Informação-Centro de Operações de Defesa Interna (DOI-Codi), responsável por torturas durante o período da ditadura civil-militar (1964-1985).
Em reação, diversos internautas se posicionaram em repúdio: “Bolsonaro citou torturador de Dilma e vai sair pela porta da frente, de mãos dadas com Cunha, cantando o hino nacional”, afirmou uma eleitora via twitter. Também pela rede social, a ex-candidata à Presidência pelo Psol Luciana Genro compartilhou os dizeres de outra mulher afirmando: “Bolsonaro tem que ser preso depois do que disse. Não é possível passar impune o elogio a torturadores do período ditatorial”.
O vereador Napoleão Maracajá repudiou veementemente o discurso por parte do deputado federal e considerou absurdo que nos dias atuais ainda existam pessoas que defendam esse período da história do Brasil. “Ele que deve ser lembrado como lição do que não deve ser reeditado e não lembrado como uma época a ser e enaltecida em um momento tão delicado em que passa o país”, avaliou.
Parlamento PB

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