Política
Nonato afirma que PPS iniciará em janeiro discussões sobre alianças em JP e garante: “Nunca fui de ficar em cima do muro”
Ele assegurou que também participará dos debates e irá manifestar sua opinião sobre a sucessão eleitoral.
“Em João Pessoa, nós temos um acordo com os vereadores e dirigentes partidários de que, pelo fato de não termos candidato a prefeito, só iremos iniciar os debates a partir de janeiro. O diretório municipal, presidido pelo vereador Bruno Farias, e que tem o também vereador Marco Antônio como vice, vão abrir os debates internos e todos terão o direito de se manifestar, inclusive eu, que mesmo sendo vice-prefeito e presidente estadual da legenda, sou filiado na Capital e manifestarei minha posição claramente. Tanto no âmbito interno partidário, como também publicamente, porque quem me conhece sabe que na hora adequada, que temos que expressar nossa opinião, nunca fui de me esconder atrás do partido ou em ficar em cima do muro”, declarou.
Nonato disse também que a meta do PPS é manter ou ampliar o número de vereadores na Câmara Municipal de João Pessoa.
“No mínimo, queremos manter a atual bancada, por isso vamos por na mesa na hora da coligação majoritária a nossa prioridade para uma boa composição proporcional com os partidos que lançarão candidatos a prefeito”, disse.
O presidente do PPS destacou que a legenda deve lançar candidaturas próprias em Campina Grande e mais 18 cidades da Paraíba no pleito do próximo ano.
“Em Campina Grande já está decidido. Os diretórios municipal, estadual e nacional referendaram a pré-candidatura do empresário Artur Bolina a prefeito de Campina Grande. Ele, inclusive, já está autorizado a proceder às articulações para, com a nossa ajuda, viabilizar uma composição política que tenha por objetivo um projeto alternativo de desenvolvimento para a cidade. Em outros municípios indicaremos a vice ou apenas a composição da chapa proporcional”, falou.
Por fim, Nonato apostou que o PPS irá crescer ainda mais no estado ao evidenciar que a legenda já está presente em 128 municípios da Paraíba.
“A tendência é continuar aumentando, pois mesmo sem estruturas de poder para oferecer vantagens, nós trabalhamos com a autonomia e independência política. Ou seja, quem define os rumos dos municípios são os próprios filiados e os dirigentes. As únicas exceções são Campina Grande e João Pessoa, já que o estatuto do partido prevê que nas cidades com mais de 200 mil eleitores têm que ter um entendimento entre os diretórios municipais, estaduais e nacional”, finalizou.