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No rastro do mandante, investigação da PF pode ter desfecho assustador

Transações bancárias, mensagens trocadas em uma lan house de Juiz de Fora, ligações telefônicas para diversas cidades do país e a remuneração milionária dos advogados são os ingredientes que podem levar a Polícia Federal a plena elucidação do crime contra a vida do candidato a presidente Jair Bolsonaro, revelando o(s) mandante(s).

É certo que alguém bancava Adelio. A quebra de seu sigilo bancário identificou transferência de valores com frequência e depósitos em espécie.

Os computadores de uma lan house em Juiz de Fora foram apreendidos e estão sendo periciados. A PF pretende descobrir com quem ele se comunicava, cada dia de um computador diferente, por exigência de Adelio, segundo apurado.

O “lobo solitário” fazia contatos telefônicos com inúmeras cidades do país. É a constatação que se tem em função da quebra de seu sigilo telefônico. A PF está investigando os contatos do agressor de Bolsonaro.

Por enquanto, um ponto relevante das investigações vai de encontro a facção criminosa PCC.

Segundo a revista Crusoé, há pistas de que Adelio não foi financiado pela esquerda tradicional, mas sim, por quem tem mais a temer com a possível eleição de Bolsonaro: a bandidagem organizada, o PCC.

Faz todo sentido.

Mentes criativas já veem uma ligação do próprio PCC com um partido político.

É realmente assustador a que ponto chegou o país após a era PT.

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