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MPF vai fiscalizar distribuição de casas populares em Campina Grande
Mais de 15 mil pessoas se inscreveram durante duas semanas para concorrer às casas. Os inscritos, segundo a prefeitura, vão passar por um processo de avaliação de documentos e cruzamento de dados a partir do mês de dezembro de 2015. Idosos e deficientes têm prioridade.
Para o secretário de Obras e Planejamento de Campina Grande, André Agra, a parceria com o MPF é para garantir transparência. “Nosso objetivo, além de atestar a transparência do processo, é evitar qualquer tipo de fraude, afim de permitir que tenham acesso aos imóveis apenas os que mais precisam”, disse
Também ficou acertado na reunião que pessoas que ocupavam o residencial Vila Nova da Rainha poderão ainda se inscrever e os posseiros desapropriados da área do complexo têm moradias garantidas após a construção.
O procurador da República de Campina Grande, Bruno Barros, esclarece que o Ministério Público Federal não vai selecionar ninguém para receber as casas. “A seleção compete ao município de Campina Grande, nosso trabalho é acompanhar se os critérios previstos foram ou não cumpridos”, explicou.
Complexo Aluízio Campos
O conjunto habitacional fica localizado no bairro do Ligeiro e é a maior obra do programa ‘Minha Casa, Minha Vida em andamento no Brasil’, segundo a prefeitura de Campina Grande. Além das mais de 4 mil casas, serão construídas em uma área de 800 hectares 150 indústrias, duas escolas, três creches, duas Unidades Básicas de Saúde e um Centro de Assistência Social (CRAS). O valor da obra gira em torno de R$ 300 milhões.
Com G1