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Manoel Jr não acredita em interferência de Eduardo Cunha em decisão de Waldir Maranhão

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Segundo o deputado, Waldir Maranhão pode ter sido coagido pela presidente Dilma Rousseff e pelo advogado Geral da União, José Eduardo Cardozo

O deputado federal Manoel Júnior (PMDB) afirmou que não acredita que o ex-presidente da Câmara dos Deputados, deputado Eduardo Cunha (PMDB-TJ) tenha tido qualquer tipo de interferência na decisão do Waldir Maranhão (PMDB-MA) de anular o processo de impeachment. Segundo o deputado, o atual presidente da Câmara dos Deputados pode ter sido coagido pela presidente Dilma Rousseff (PT) e pelo advogado Geral da União, José Eduardo Cardozo.

“Não sou a pessoa mais adequada para responder isso, agora acho que imputar a um ex-presidente que comandou o processo este ato, é um pensamento no mínimo fora de lógica. Se o presidente Waldir Maranhão esteve ontem com Dilma e depois com José Eduardo Cardozo demoradamente e depois na casa do deputado Silvio Costa, não precisa usar a imaginação criativa, só precisa saber que adveio destas reuniões”, disse.

Manoel Júnior afirmou que “do ponto de vista regimental, é uma atitude absurda, que não encontra nenhum amparo regimental, porque é uma decisão monocrática tomada em cima de uma decisão de plenário com mais de 2/3. Mais de 365 parlamentares se pronunciaram acerca da matéria, votando pela admissibilidade do processo. Waldir Maranhão deve ter sido coagido de forma absurda ou não está agindo em sã consciência, porque qualquer principiante que entenda minimamente do Regimento sabe que isso foi uma atitude no mínimo esdrúxula”, declarou.

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