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Malafaia acusa Moraes de corrupção: “Ele foi comprado”

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Manifestantes ocuparam diversos quarteirões da Avenida Paulista, em São Paulo, na tarde deste domingo (1º/3), durante o primeiro grande ato da direita de 2026.

A mobilização reuniu apoiadores com pautas variadas, que vão desde a redução das penas impostas aos condenados pelos atos de 8 de janeiro até a defesa da prisão domiciliar do ex-presidente Bolsonaro.

O protesto também foi marcado por críticas ao governo de Luiz Inácio Lula da Silva e por pedidos de impeachment dos ministros Alexandre de Moraes e Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal.

O ato deste domingo marca a retomada das manifestações após a prisão de Jair Bolsonaro na Papudinha, em Brasília, e ocorre em meio à consolidação do senador Flávio Bolsonaro como pré-candidato à Presidência da República pelo campo da direita.

Faixas, cartazes e discursos reforçaram o tom de confronto com o Judiciário e de oposição direta ao atual governo federal.

Durante a manifestação, o pastor Silas Malafaia fez duras acusações contra o ministro Alexandre de Moraes, citando um contrato firmado entre o escritório de advocacia da esposa do magistrado e o Banco Master.

Segundo Malafaia, o acordo, no valor de R$ 129 milhões, é prova de irregularidades.

“A mulher de Alexandre de Moraes tem um contrato de R$ 129 milhões com Banco Master para fazer o quê? Nada. Sabe o que significa isso? Corrupção deslavada. Compra do poder de Alexandre de Moraes”, afirmou o pastor. Em seguida, reforçou as críticas: “Ele [Moraes] foi comprado. Seu poder foi comprado”.

Malafaia também declarou que o ministro não teria se manifestado publicamente para esclarecer o caso e ampliou as críticas ao Supremo como um todo.

“Alexandre de Moraes e Dias Toffoli tinham de estar afastados do STF. Não tem moral para julgar ninguém”, disse, ao afirmar que a Corte estaria “desmoralizada” em meio ao escândalo envolvendo o Banco Master

Foto: reprodução; Fonte: Metrópoles

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