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Mais uma categoria do estado anuncia paralisação e ameaça entrar em greve
Para Victor, a preocupação dos auditores com a arrecadação é válida porque ela tem sido usada como “desculpa” para a falta de reajuste, o que não é bem verdade, segundo ele. Para ele, a probabilidade de greve é forte.
“Preocupa-nos a falta de dinheiro, por isso, queremos conversar com o governo. No nosso entendimento, essa tem sido realmente uma desculpa para não dar reajuste porque além da queda da receita, também tem a despesa. Estamos aqui denunciando o inchaço da folha faz tempo e não é com servidor efetivo. Isso realmente traz transtorno e complicações na hora de pagar. Realmente tem uma crise e o governo não conversa com o Fisco para aumentar essa receita e nem tampouco corta as despesas exageradas que se tem com a folha. Entramos em um oito que não se sai”, disparou o dirigente do Fisco.
De acordo com ele, o Fisco realizou um seminário em dezembro para discutir essa questão da queda da arrecadação, com suas causas e possíveis soluções. “Temos um relatório e vários ofícios direcionados ao secretário da Receita, Marialvo Laureano, para que ele nos receba. Mas a gente não é ouvido, nem em época de crise e queda de arrecadação”, disse ele, já considerando uma greve futura caso a situação não mude.
“Olha, a probabilidade de greve é forte. Só não fizemos greve até agora porque nós não queremos causar prejuízos em um momento como esse”, comentou. Ele explicou que a decisão por greve ou não deve ser decidia na semana seguinte ao dia 27 de janeiro, “Se não acontecer nada, vamos nos reunir na outra semana e traçar o rumo da categoria”, declarou Victor Hugo.