Pesquisa Quaest
Lucas Ribeiro (PP) lidera no primeiro turno para o Governo da Paraíba
Pesquisa Quaest divulgada nesta terça-feira (25) mostra o cenário da disputa pelo Governo da Paraíba nas eleições de 2026. O levantamento foi encomendado pelas TVs Cabo Branco e Paraíba e aponta o atual vice-governador Lucas Ribeiro (PP) na liderança, com 38% das intenções de voto.
Na pesquisa estimulada, quando os nomes dos candidatos são apresentados aos eleitores, Cícero Lucena (MDB) aparece em segundo lugar, com 19%, seguido de Efraim Filho (PL), com 18%.
Veja os números:
Lucas Ribeiro (PP): 38%
Cícero Lucena (MDB): 19%
Efraim Filho (PL): 18%
Pedro Coutinho (DC): 2%
Camilo Duarte (PCO): 1%
Yuri Ezequiel (UP): 0%
Branco/nulo/não vai votar: 10%
Indecisos: 12%
Segundo a pesquisa, 69% dos eleitores afirmam que a escolha do candidato é definitiva, enquanto 30% dizem que ainda podem mudar o voto até a eleição, marcada para 4 de outubro.
Pesquisa espontânea – Na pesquisa espontânea, quando os nomes dos candidatos não são apresentados aos entrevistados, Lucas Ribeiro também aparece na liderança, com 26%.
Cícero Lucena e Efraim Filho aparecem empatados, com 7% cada. Outros nomes somam 1%, enquanto 57% dos entrevistados ainda estão indecisos.
Lucas lidera nos três cenários de segundo turno – A Quaest também simulou três possíveis disputas de segundo turno.
No primeiro cenário, Lucas Ribeiro venceria Efraim Filho por 47% a 33%. Brancos, nulos e eleitores que não escolheriam nenhum candidato somam 11%, enquanto 9% estão indecisos.
No segundo cenário, Lucas Ribeiro aparece novamente à frente, desta vez contra Cícero Lucena. O atual vice-governador registra 48%, contra 29% do emedebista. Brancos, nulos e nenhum somam 14%, e 9% estão indecisos.
Já em um eventual segundo turno entre Cícero Lucena e Efraim Filho, o emedebista aparece na frente, com 39%, contra 32% do candidato do PL. Brancos, nulos e nenhum somam 19%, enquanto 10% estão indecisos.
Maioria quer continuidade ou mudanças pontuais – A pesquisa também perguntou aos eleitores sobre o futuro da administração estadual.
Para 38%, o próximo governador deve continuar o trabalho que vem sendo realizado. Outros 39% defendem mudanças apenas no que não está funcionando, enquanto 20% consideram necessária uma mudança completa na administração.