Marco Antônio acredita que os vereadores governistas deixaram recado. “O mais novo encontro da bancada da oposição será o mais rápido possível porque temos que ver quem somos para que não haja desencontro”
O líder do governo na Câmara Municipal de João Pessoa, Marco Antônio (PPS), disse que a CPI da Lagoa, proposta por 10 vereadores na manhã desta terça-feira, possui cunho eleitoral e que não entende o posicionamento de membros da situação ao assinarem documento solicitando a comissão.
“A CPI ganha quase outra letra, que é com fundo eleitoral. Já se respira a eleição do fim do ano. E para ofuscar uma obra do tamanho da lagoa tem que procurar chifre em cabeça de cavalo. Eu compreendo, porque se eu fosse da oposição tentaria procurar alguma maneira de ofuscar a realidade”, disse o vereador.
Ele rebateu críticas da oposição às obras da Lagoa. “Inicialmente, disseram que a obra não seria feita, está sendo. Que tinham criado uma montanha de lixo ao lado da Lagoa, o que foi retirado. Agora afirmam que a obra não terminará esse ano, mas já dissemos que vai”.
Sobre Bruno Farias e Djanilson Fonseca, ambos do PPS e da situação, terem assinado a proposta que pede a criação da CPI, Marco Antônio respondeu: “Foi o entendimento de dois vereadores do PPS, mas não é o patrocínio do partido porque eu não assinei e sou da legenda. Não houve uma reunião partidária para discutir se ia assinar ou não”.
Marco Antônio acredita que os vereadores governistas deixaram recado. “O mais novo encontro da bancada da oposição será o mais rápido possível porque temos que ver quem somos para que não haja desencontro. Se tivesse assinado um tipo de CPI dessa sem nenhum tipo de conversa, seria mais do que um recado”.
O vereador deixou claro que não haverá inviabilização da CPI na Casa. “A Comissão passará pelos trâmites normais. Essa história de dizer que a bancada de situação cria subterfúgios para não acontecerem as coisas não é verdade”.
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