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Junta Governativa da FPF descobre pagamentos sem comprovação de serviços
“Nós resolvemos publicar um edital em um dos jornais mais lidos do Estado, para que essas pessoas físicas e jurídicas nos procurem, num prazo máximo de dez dias, para comprovar a origem dos pagamentos que foram feitos em cheques nominais, que estão em nosso poder. Caso não haja uma comprovação documental da despesa, vamos entregar o caso a Justiça para tomar as decisões cabíveis”, disse Eduardo Faustino, um dos membros da Junta Governativa da FPF.
Entre os nomes de empresas e profissionais, que já começaram a ser divulgados em editais na imprensa, estão empresas que não tem uma atividade afim com a entidade, como lojas de piscina por exemplo. Entre os profissionais, há também outro fato curioso que chamou a atenção dos interventores. Alguns jornalistas recebiam regularmente cheques da FPF, o que causou surpresa, já que a entidade tem uma assessoria de imprensa remunerada para divulgar os assuntos de interesse da instituição.
assessoria