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Frentista colaborou em assalto em que empresário morreu, diz polícia

Dono de postos de combustíveis foi morto em troca de tiros em banco. Funcionário diz que foi coagido para repassar informações a assaltantes.

Coletiva de imprensa - (Foto: Juliana Brito/G1)

Coletiva de imprensa – (Foto: Juliana Brito/G1)

Um frentista do posto de combustíveis do empresário Marcone Morais, morto na segunda-feira (11) durante uma troca de tiros em uma agência bancária no bairro do Bessa, em João Pessoa, teria sido a pessoa responsável por passar informações privilegiadas para os suspeitos do latrocínio, segundo a Polícia Civil. De acordo com o superintendente regional da Polícia Civil, Marcos Paulo Vilela, o frentista e outras duas pessoas foram presas suspeitas do crime. Um homem segue foragido e a polícia suspeita da participação de outras duas pessoas.

A delegada Júlia Valeska explicou, durante uma entrevista coletiva na Central de Polícia Civil deJoão Pessoa, na manhã desta quarta-feira (13), que o homem foi preso na noite da terça-feira (12), quando chegava no posto para trabalhar.

Após a prisão, ele confessou a participação no assalto e disse que teria passado as informações de que a vítima estaca indo ao banco com um malote com R$ 300 mil. Segundo a polícia, o frentista não tem passagem pela polícia e deve ser indiciado por associação criminosa qualificada e os outros presos por latrocínio e associação criminosa.

Segundo o delegado Aldrovilli Grisi, o mentor do crime foi o suspeito que morreu na ação, atingido por um tiro disparado pelo empresário durante reação ao assalto. O delegado diz que o frentista relatou ter sido coagido por este suspeito a participar do crime, sob ameaça de que sua família seria morta caso as informações não fossem repassdas. Grisi também explica que o grupo suspeito morava no bairro São José.

 

G1

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