Eugenio Figueredo, que foi presidente de Conmebol após a saída de Nicolás Leoz, aceitou ser extraditado para o Uruguai. O cartola estava preso na Suíça e teria oferecido a entrega de documentos para reduzir sua pena e evitar que fosse enviado para os Estados Unidos.
A Justiça uruguaia investiga Figueredo por lavagem de 5 milhões de dólares (cerca de R$ 18 milhões na cotação atual) na aquisição de nove propriedades no nome do cartola.
“A condição para que haja um acordo é que ele revele a identidade dos autores, co-autores ou cúmplices. Deve fornecer os dados necessários para identificar os participantes nas manobras ou fornecer informações que permitam a apreensão pelo Estado do produto dessas atividades”, explicou o promotor do caso, Juan Gomez, em entrevista para o jornal uruguaio El Universo.
Além disso, o FBI investiga Eugenio Figueredo por ter desviado dinheiro de transmissões esportivas por meio de uma empresa de marketing.
O cartola aceitou ir para o Uruguai. A Justiça da Suíça disse que tanto Uruguai quanto Estados Unidos têm prioridade no caso. Com isso, a extradição ainda depende de um acordo entre os uruguaios e os norte-americanos.
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