Preocupada em manter a privacidade do alemão a pedido da família, a assessoria passou boa parte do tempo repetindo que o “o caminho da recuperação é longo” e precisando desmentir os boatos. E foram muitas nesse período. Os rumores, oriundos, principalmente de publicações alemãs e italianas, foram dos mais variados. “Schumacher chora ao ouvir vozes dos filhos”, “Schumi está com menos de 45 quilos”, “Schumacher tenta dar pequenos passos” foram alguns dos rumores. Nenhum confirmado oficialmente por Sabine, que classifica as especulações como “irresponsáveis” e diz que levanta “falsas esperanças” aos fãs do mito da Fórmula 1.
Em julho, a esposa Corinna venceu na justiça uma ação contra as revistas “Bunte”, “Freizeit-Revue” e “Freizeit-Spass” que haviam noticiado que Schumacher “às vezes abria os olhos”, recebia “tratamento especial” de cuidadores e tinha dito suas “primeiras palavras” desde o acidente.
A privacidade se estende também a pessoas próximas. Poucos são os amigos que possuem permissão da família de visitar Schumacher. Recentemente, seu ex-empresário Willi Weber, reclamou publicamente ao jornal alemão “Bild” que tem sido impedido por Corinna, esposa do ex-piloto, de fazer uma visita.
Filho segue caminho dos pais na pista, filha segue caminho da mãe no hipismo
Enquanto procuram manter a privacidade do ex-piloto, a esposa e os dois filhos, Mick e Gina, tentam retomar a rotina. Vice-campeão mundial e europeu de kart em 2014, Mick, de 16 anos estreou nos monopostos em 2015 ao disputar a Fórmula 4, onde se destacou ao vencer uma corrida e terminar em 10º no geral. Já Gina-Maria, de 18 anos, seguiu os passos da mãe como amazona, participa de eventos e competições de hipismo, e é a primeira colocada no ranking mundial júnior da modalidade. Corinna, aliás, voltou a organizar um festival anual de equitação, em Givrins, na Suíça.
globoesporte