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Débito de R$ 40 milhões da Secretaria de Saúde de CG já gera falta de medicamentos para partos no ISEA

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Os pacientes que dependem Instituto Elpídio de Almeida (ISEA) em Campina Grande, podem ter a assistência comprometida devido a falta de medicamentos

Segundo o que aponta o Tribunal de Contas do Estado (TCE-PB) através do seu sistema de acompanhamento online (Sagres) a Prefeitura de Campina Grande somente no ano de 2015 de janeiro a novembro gerou débitos para Secretaria Municipal de Saúde (SMS) que supera a casa dos R$ 40 milhões. Esses débitos segundo o TCE, já geram a falta três essenciais medicamentos para o Instituto Elpidio de Almeida (ISEA) em Campina que já registrou somente em janeiro deste ano 17 óbitos de recém-nascidos (RNS).

Quando se pesquisa no Sagres o nome medicamentos aparece todas as empresas que têm em sua razão social o nome medicamentos como fornecedora da SMS. O período do débito tanto de medicamento (10 milhões), como o da secretaria no geral (30 milhões) é de 01/15 a 11/15. O Sagres não consta ainda o mês de dezembro/15.

O montante de débitos, segundo alertou alguns vereadores da oposição, prejudica a distribuição de remédios, tendo em vista que os fornecedores não recebendo o que lhes é devido no ano anterior, paralisaram o fornecimento para o inicio deste ano de 2016. Segundo os dados do TCE, bem como de médicos do Instituto já falta no estoque o medicamento Survana (que serve para amadurecer os pulmões dos recém-nascidos), bem como do Betametazona e Corticoide (que gestantes usam durante os partos).

No mesmo período de janeiro a novembro de 2015, o prefeito tucano gastou com apadrinhados políticos (Comissionados e contratados por excepcional interesse público), ambos sem concursos a bagatela de R$ 42,691.484,08. Ou seja, quase a mesma quantia que impôs de débito a prefeitura. Os dados podem ser averiguados facilmente no site (https://goo.gl/DvbHhD).

Redação

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