Política

CPI: Raíssa associa morte de Bruno Ernesto ao Jampa Digital

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A vereadora ocupou a tribuna do plenário da Casa para defender a instalação de uma CPI para investigar supostas irregularidades no Jampa Digital

Após três novos pedidos de Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), na manhã desta quarta-feira (9), na Câmara Municipal de João Pessoa, protocolados pela bancada governista, dois deles para investigar atos praticados na gestão do então prefeito Ricardo Coutinho (PSB), a vereadora Raíssa Lacerda (PSD) ocupou a tribuna do plenário da Casa para defender a instalação de uma CPI para investigar supostas irregularidades no Jampa Digital.

Raíssa associou a morte do então servidor da Prefeitura de João Pessoa (PMJP), Bruno Ernesto, com o escândalo envolvendo o programa Jampa Digital. Bruno foi assassinado em fevereiro 2012. A Polícia Federal indiciou 23 pessoas por suposto desvio de recursos do programa.

“A morte de Bruno Ernesto precisa ser explicada. Mataram e colocaram na mala de um carro e ninguém sabe, ninguém viu”, afirmou Raíssa.

CPIs

Nos três pedidos já apresentados, os parlamentares querem a investigação da compra de carteiras escolares, fato denunciado à época no Ministério Público Estadual, e de um convênio de cooperação técnica para desenvolvimento de “sistemas” entre a Prefeitura e o Instituto Federal de Educação Técnica do Ceará.

Um terceiro pedido quer apurar indícios de poluição praticada pela Cagepa, do Governo do Estado, no Rio Jaguaribe.

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