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CPI da Telefonia ouve explicações da Anatel sobre ações em defesa do consumidor
A sessão contou com a presença do presidente da CPI, João Gonçalves; a vice-presidente Camila Toscano; o relator João Bosco Carneiro e os deputados Janduhy Carneiro e Zé Paulo de Santa Rita.
A superintendente relatou que atualmente há, no Brasil, 281 milhões de acessos móveis. Em 2014, a Agência teve 2,8 milhões de reclamações, e até julho deste ano o número de demandas da população contra as operadoras foi 1,9 milhão. Destas reclamações, 32% são relacionadas a cobranças indevidas; 26% sobre má qualidade do serviço; 6% por conta de cancelamento e 4% devido a má qualidade de atendimento.
Elisa Vieira falou ainda sobre os canais de atendimento que a Anatel tem via internet, telefônico, aplicativo de celular e salas do cidadão. “A Anatel quer empoderar o consumidor. Em função disso, oferece fontes de informação para o consumidor como aplicativos, portal do consumidor com dicas, perguntas frequentes, e informações amplas. Além disso, o aplicativo permite a qualidade dos serviços nas cidades de voz e dados”, disse.
Para o deputado João Gonçalves, o número de reclamações tem diminuído ao longo dos anos porque ninguém aguenta mais reclamar e não ter o problema resolvido. Já o relator Bosco Carneiro apresentou chips das operadoras em embalagem lacrada enfatizando diversas propagandas que existem na embalagem, mas que não corresponde à realidade do produto adquirido.
Segundo a deputada Camila Toscano, a Anatel não protege os consumidores e citou exemplos na região de Guarabira onde a população tem sofrido com o descaso das operadoras. Já o deputado Janduhy Carneiro revelou que a Anatel recolheu apenas 20% das multas aplicadas.
Audiência – Também foi realizada na tarde desta segunda (21) uma Audiência Pública no âmbito da Comissão de Direitos Humanos e Minorias em alusão ao Dia Nacional de Luta de Pessoas com Deficiência. O evento contou com a presença dos deputados Raniery Paulino e Estela Bezerra e reuniu diversos portadores de necessidades especiais do Estado, onde o percentual de pessoas com algum tipo de deficiência chega a 26%.
Redação com Blog do Gordinho