Esportes
Com Oswaldo sob pressão, elenco do Palmeiras busca dividir culpa
– Acho que a torcida do Palmeiras foi até muito paciente, ela continua maravilhosa, aguardou até o fim. Eles tinham de se manifestar porque não o time não fez o gol e me escolheram. Tudo bem, sou o responsável. Aceito a responsabilidade. Tenho sentindo confiança da torcida no trabalho, hoje foi uma situação excepcional, e gratuitamente eu tinha que ser vaiado hoje – citou o treinador, em entrevista coletiva.
– A pressão está muito em cima do Oswaldo. Mas ela precisa ser dividida. Infelizmente, os resultados não estão vindo e os gols não estão saindo. Precisamos de vitória para conquistar a confiança da torcida e a nossa de novo – disse.
O goleiro Fernando Prass defende a mesma tese de Zé Roberto e acha que Oswaldo não pode carregar sozinho o peso da má fase.
– O treinador é o comandante, escolhe os jogadores, dá as condições e treina. Mas isso é até a página dois. Depois somos nós que precisamos dar a resposta. Não dá para ver uma culpa maior no treinador do que nos jogadores. Não sei o que se passa na cabeça do Oswaldo e dos dirigentes. Mas volto a dizer: a culpa não é do Oswaldo, muito longe disso.
Depois de somar apenas dois pontos em três rodadas do Brasileirão, o Palmeiras sentiu uma baixa importante contra o ASA: a torcida. Com direito a mais um protesto por causa do preço dos ingressos, os alviverdes registraram o menor público do novo estádio: 17.212.
Redação com GE.