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Chefe da CGU afirma que precisa mais do povo do que de auditores

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Gabriel Aragão comentou que muitos dos casos de fraudes ocorrem em obras públicas. Ele destacou que o controle dessas obras, muitas vezes enterradas, é muito difícil

Gabriel Aragão tomará posse na próxima quarta-feira, em João Pessoa, como novo Chefe da Controladoria Geral da União. Servidor de carreira, ele disse – em entrevista ao jornalista Heron Cid (nesta segunda-feira, no programa Frente a Frente, na TV Arapuan) que os órgãos de controle precisam ser incentivados e que não é necessário contratar um batalhão de auditores. Basta a população participar, conforme ele.

“São 5.570 municípios. Teríamos auditores, por exemplo, para estar em todas as escolas públicas para saber se a merenda está sendo servida? Temos de melhorar a nossa capacidade, mas precisamos da população. Operações e fiscalizações são norteadas por informações. E essas informações podem vir do cidadão”.

Gabriel Aragão comentou que muitos dos casos de fraudes ocorrem em obras públicas. Ele destacou que o controle dessas obras, muitas vezes enterradas, é muito difícil. “Ainda bem que aumentou a interação entre os órgãos [de combate à corrupção] para detectar casos de fraude”, comemorou Aragão.

Ele enfatizou que os tempos estão mudando com relação ao combate à corrupção e que o País tem avançado bastante. “Operações tem prendido políticos, empresários e os engravatados. Temos de melhorar a legislação. Convido a todos a participar da campanha 10 Medidas Contra a Corrupção. Acesse o site e assine a petição”, finalizou o novo chefe da CGU.

 

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