– Ainda vamos ter uma conversa pessoalmente com o treinador sobre o assunto. Se ele quiser, o presidente concordar e for viável economicamente, vamos trazer o Lugano de volta – afirmou Ataíde.
O dirigente aproveitou para esclarecer que, em nenhum momento, foi contrário ao retorno do jogador do São Paulo. O veto partiu dos técnicos Muricy Ramalho e Juan Carlos Osório, já que cogitou-se a contratação do atleta em dois momentos anteriormente nesta temporada. Ele, como vice-presidente de futebol, procurou assumir a responsabilidade para blindar o trabalho dos técnicos e dar tranquilidade.
– Os dois treinadores estão aí para responder essa questão. Nas duas vezes em que tivemos a possibilidade de trazer o Lugano, eles acharam que o momento não era conveniente porque tínhamos jogadores jovens que estavam se destacando. E a torcida dificilmente aceitaria o Lugano na reserva. O Lugano tem de vir para ser titular, não tem outra possibilidade. Para impedir que comissão técnica fosse massacrada, eu assumi a responsabilidade. O próprio Osório foi ao Paraguai e explicou ao jogador – ressaltou o dirigente são-paulino.
Ataíde ficou impressionado com o carinho do torcedor são-paulino com o gringo no jogo de despedida de Rogério Ceni, realizado no dia 11, no Morumbi.
– Positivamente, foi uma grande surpresa. Ele foi tão ovacionado pela torcida quanto o Rogério. Além do reforço profissional que pode ser, já que ainda é um atleta em evidência, o Lugano seria um presente muito grande para o torcedor do São Paulo, que está por merecer ser atendida. Mas procuro resolver as coisas profissionalmente. Esse assunto não me pressiona de nenhuma maneira – disse Ataíde Gil Guerreiro.
Com G1