A convocação da Seleção Brasileira nesta segunda-feira, 18, será a maior da história. O evento acontecerá no Museu no Amanhã, no Rio de Janeiro, e vai receber mais de 700 jornalistas e terá shows de Ludmilla, João Gomes, Samuel Rosa e Veigh.
Além disso, Carlo Ancelotti deixará o local no carro de um dos patrocinadores da CBF (Confederação Brasileira de Futebol), dando a dimensão da importância midiática da divulgação da lista dos escolhidos para defender o Brasil nos Estados Unidos.
No campo tático, o técnico italiano chega pressionado para o grande dia. O lobby pela presença de Neymar é imenso e vem principalmente do elenco, que foi a público ressaltar a importância de contar com o principal craque da geração entre os convocados.
Ancelotti parece ter sido convencido e, pelas últimas declarações, deve ler o nome do camisa 10 do Santos a partir das 17h40, quando começar a anunciar os convocados.
Se Neymar é uma certeza, o treinador tem outra dúvidas. O experiente Thiago Silva, de 41 anos, é forte candidato a ser mais uma surpresa e aparecer como reforço para zaga, que perdeu Éder Militão por lesão.
O ataque é outro ponto de dor de cabeça para Ancelotti. Problemas físicos impediram de analisar de perto Pedro, do Flamengo. No entanto, ontem, o técnico viu com os próprios olhos o camisa 9 rubro-negro jogar e marcar contra o Athletico-PR, em Curitiba, enquanto João Pedro, do Chelsea, fez partida discreta na final da Copa da Inglaterra contra o Manchester City e ainda deixou o campo reclamando de dores
E se Pedro pode ter passado de dúvida a certeza, Ancelotti deve ter voltado do Paraná ciente que vai ter muito o que explicar sobre a presença da dupla Danilo e Alex Sandro. O primeiro é reserva e ainda foi expulso, enquanto o lateral-esquerdo está em má fase técnica.
Fonte: Terra – Foto: Rafael Ribeiro/CBF