Enquanto isso na República de Bananas

A ‘farra’ das mulheres dos ministros do PT

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O governo ainda está em seu início, mas a ‘farra’ já é uma tônica permanente.

Eles e elas só pensam naquilo… Como arrumar um jeito de se dar bem, de preferência com um cargo vitalício.

Uma matéria publicada pelo site O Antagonista cita 5 exemplos:

Ao mesmo cinco mulheres de ministros do governo Lula foram nomeadas para cargos públicos desde janeiro. O caso que chamou mais atenção foi o de Aline Peixoto, esposa do ministro-chefe da Casa Civil, Rui Costa, empossada em vaga vitalícia do Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia. Levantamento feito pelo Estadão aponta outros quatro casos.

A ex-deputada federal Rejane Dias, mulher do ministro do Desenvolvimento Social,  Wellington Dias, assumiu no Tribunal de Contas do Estado do Piauí. Os salários das duas podem chegar a 37.589,96 reais — e ultrapassar 50 mil reais com auxílios e indenizações.

A mulher do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, se tornou secretária de Informação e Saúde Digital do Ministério da Saúde, em janeiro. Ana Estela Haddad também integra o conselho gestor do Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (FUST), do Ministério das Comunicações, mas não é remunerada por essa função.

Já Nilza de Oliveira, mulher do ministro do Trabalho, Luiz Marinho, se tornou secretária-adjunta da Secretaria Especial de Articulação e Monitoramento da Casa Civil. Por último, Thassia Azevedo Alves, mulher do ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, foi nomeada assistente parlamentar sênior da senadora Teresa Leitão (PT).

JConline

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