Política

Cássio injetou veneno e agora quer vender antídoto, diz Tôrres sobre Viaduto do Geisel

Para o secretário, o senador adota o oportunismo para tentar se sair bem junto à opinião pública.

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O secretário de Comunicação Institucional do Governo da Paraíba, Luís Tôrres, voltou a repudiar, nesta segunda-feira (17), a conduta de “morde e assopra” do senador Cássio Cunha Lima (PSDB) com relação às obras do viaduto do Geisel, na BR 230.

Depois de ter estimulado o bloqueio dos recursos, Cássio agora confirma a vinda do ministro das Cidades, Bruno Araújo, à Paraíba para liberar recursos da obra do viaduto Eduardo Campos, mais conhecido como “Viaduto do Geisel.

Os recursos foram travados no mês de junho, e desde então o governo do Estado dribla dificuldades para manter a obra em andamento. Para o secretário, o senador adota o oportunismo para tentar se sair bem junto à opinião pública.

“O senador Cássio injetou o veneno e agora quer vender o antídoto. Estimulou o governo federal a segurar e retirar verbas do viaduto do Geisel, que por esforço e investimento do governo do Estado, ja está servindo a população e acabou com o engarrafamento na região. O governo já liberou quase a totalidade dos R$ 40 milhões e o governo federal apenas R$ 4 milhões. Não há espaço para oportunismo. A Paraíba não aceitará boicotes”, declarou.

O valor total da obra do Viaduto do Geisel é de R$ 38,9 milhões. Depois de pronta, a obra terá 1,75 km de extensão. O viaduto está sendo construído em concreto armado, com quatro alças e trevo. O projeto foi aprovado pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), em Brasília. Tôrres destacou que apesar das dificuldades e do bloqueio dos recursos por parte do Ministério das Cidades, a obra continua em andamento.

“Somente no mês passado, além dos R$ 23 milhões investidos, o governo do Estado teve que “emprestar” mais R$ 3,5 milhões para a obra não parar”, revelou.


PB Agora

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