Em João Pessoa, protesto se concentrou no Liceu Paraibano.
Em Campina Grande, manifestantes se permanecem na Praça da Bandeira
Dois protestos contra mudanças nas regras trabalhistas e previdenciárias discutidas pelo governo do presidente em exercício Michel Temer aconteceram na Paraíba na tarde desta terça-feira (16). Em João Pessoa, a concentração aconteceu em frente ao Liceu Paraibano, e em Campina Grande, na Praça da Bandeira, ambos começando por volta das 15h. Segundo os organizadores, os atos seguiram a paralisação nacional orientada por oito centrais sindicais.
Em João Pessoa, até as 16h30, a organização do protesto em João Pessoa estimava que 500 pessoas acompanhavam o ato. Até o mesmo horário, o protesto não interferia no trânsito, mas a programação é sair em caminhada do Liceu e passar pela Lagoa do Parque Solon de Lucena, Terminal de Integração, avenida Dom Pedro II, encerrando no Ponto de Cem Reis.
O secretário geral da Cut-PB, Joel Nascimento, disse que “o intuito do ato é permanecer mobilizado contra esse golpe que está sendo aplicado contra a democracia”. “E esse é o ponta pé inicial da construção de uma greve geral em todo o país. Para isso, vamos manter um diálogo com os trabalhadores e com a população em geral”, diz.
Em Campina Grande, o protesto começou por volta das 16h15. a estimativa da organização era de que 200 pessoas participavam do ato, que não estava sendo acompanhado pela Polícia Militar. O trânsito não sofreu interdição por conta do ato. O protesto permaneceu parado na Praça da Bandeira, no Centro, e tem apoio da ADUFCG, ADUEPB e SINTAB. O ato terminou por volta das 17h50.
Segundo um dos coordenadores do ato em Campina Grande, o professor Luciano Queiroz, o foco do manifesto é ser contra as reformas na previdência, não ao desemprego e contrário ao governo Temer. “Não aceitamos, por exemplo, que a idade da aposentadoria aumente para 70 anos. Não aceitamos a PEC-241, que prevê congelamento de gastos públicos”, diz.
