No entanto, o presidente da CPI, deputado João Gonçalves (PDT), informou que os membros da CPI não têm o propósito de coagir ou constranger o presidente da Claro.
A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Telefonia Móvel, da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), vai ouvir o depoimento do presidente da operadora Claro, José Antônio Guaraldi Félix, nesta segunda-feira (20), logo mais a partir das 12 horas. Na última quarta-feira, José Antônio, ingressou no Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), com um habeas corpus preventivo com pedido de medida liminar urgente.
No entanto, o presidente da CPI, deputado João Gonçalves (PDT), informou que os membros da CPI não têm o propósito de coagir ou constranger o presidente da Claro. Durante audiência, Antônio Guaraldi será questionado sobre os danos causados ao consumidor na prestação dos serviços de telefonia móvel oferecidos do Estado. “Nós vamos respeitar a Constituição. Independente da decisão judicial nós vamos respeitá-lo”, afirmou.
Habeas corpus – Os representantes do presidente da operadora de telefonia pediram preventiva proteção ao seu direito constitucional de permanecer calado, de consultar seus advogados, em sigilo, sempre que entender necessário, e de não ter sua prisão decretada em razão de qualquer das suas manifestações e atos perante a CPI.
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