Segundo ela, os parlamentares que estão movendo o processo contra a presidente não estariam qualificados para realizar o julgamento, visto que, em sua maioria, constam na lista da Odebrecht, como políticos beneficiados com dinheiro para suas campanhas
A deputada estadual Estela Bezerra, do PSB da Paraíba, voltou a criticar, nesta segunda-feira (28), o que classificou de tentativa de golpe civil contra a presidente Dilma Rousseff, através da instalação de uma comissão de impeachment, na Câmara dos Deputados.
Segundo ela, os parlamentares que estão movendo o processo contra a presidente não estariam qualificados para realizar o julgamento, visto que, em sua maioria, constam na lista da Odebrecht, como políticos beneficiados com dinheiro para suas campanhas.
“É golpe sim. O sentimento politico que esta movendo o processo de impeachment está todo na lista da Odebrecht desviando dinheiro público para se eleger”, disparou.
A parlamentar paraibana lamentou ainda o desrespeito aos tramites jurídicos e a criação de factoides que, devido ao excesso de repetição, se tornam verdades. “Em minha opinião o que está acontecendo no Brasil é um golpe civil, têm todas as características de um golpe civil, você tem desrespeito aos tramites jurídicos, você tem criação de factoides que se tornam verdade pela quantidade de vezes que é repetido de forma distorcida, têm temas e assuntos importantes para que a opinião publica possa se formar, que são escondidos e escamoteados”, disse.
Para Estela, a lista da Odebrecht deu um banho de água fria nos golpistas.
“Se você levar em consideração, o sentimento mais ligado a politica, a lista da Odebrecht deu um banho de agua fria em cima dos golpistas, volta-se agora a um processo de impeachment a um processo de pedaladas feitas anteriormente, que não é nem de perto e nem de longe, crime de dolo contra o país,, pedir para que os bancos, que são instituições publicas, antecipar os pagamentos do bolsa família e do crédito rural, isso não é matéria de impeachment, porque os presidentes anteriores fizeram da mesma maneira”, alegou.
PB Agora
