a suposta destruição das provas teria sido descoberta por causa da quebra de sigilo dos e-mail do publicitário e de sua esposa, Mônica Moura
Nesta quinta-feira (3) a Polícia Federal pediu a prisão preventiva do marqueteiro do PT João Santana. A PF acusa o publicitário de tentar eliminar provas no dia em que a Operação Acarajé foi deflagrada, ao destruir a conta no Dropbox (serviço de armazenamento e compartilhamento de arquivos em nuvem) quando ainda se encontrava na República Dominicana, enquanto os agentes cumpriam os mandados de busca e apreensão.
Informações do jornal Folha de S. Paulo apontam que a suposta destruição das provas teria sido descoberta por causa da quebra de sigilo dos e-mail do publicitário e de sua esposa, Mônica Moura, autorizadas pelo juiz Sergio Moro.
“Causa demasiada estranheza a esta Equipe de Análise que João Santana tenha deletado exatamente no dia do conhecimento da decretação de sua prisão no bojo desta Operação Lava Jato, não se imagina outro motivo, a não ser a tentativa de obstruir o acesso de dados/provas que comprovem as atividades ilícitas ora investigadas”, diz trecho do documento.
Com Notícias ao Minuto
