Conforme programação anunciada pelo maestro Sinhorelli, haverá uma apresentação por mês até o final deste ano
A Orquestra Sinfônica Municipal de João Pessoa abre a temporada 2016 de concertos neste sábado (5), às 18h. A apresentação vai acontecer no auditório Celso Furtado do Centro Cultural Ariano Suassuna, obra anexa ao Tribunal de Contas do Estado (TCE-PB), em Jaguaribe. A entrada é gratuita.
Com regência do maestro e diretor artístico Laércio Sinhorelli Diniz, a apresentação terá “Fantasia Carnavalesca” (Clóvis Pereira), “Concerto de Brandemburgo nº 3” (J. S. Bach) e Sinfonia 101 – “O Relógio” ( J. Haydn).
As apresentações são resultado de parceria entre o Centro Cultural Ariano Suassuna, firmada entre Artur Cunha Lima (presidente do TCE-PB), Flavio Sátiro Filho (diretor do Centro Cultural) e Mauricio Burity (diretor da Funjope).
Conforme programação anunciada pelo maestro Sinhorelli, haverá uma apresentação por mês até o final deste ano. “Apesar da imensa crise que o nosso País atravessa, conseguimos oferecer este presente a população de João Pessoa”, disse Sinhorelli.
Para Maurício Burity, diretor da Fundação Cultural (Funjope) da Prefeitura de João Pessoa (responsável pela realização dos concertos da Orquestra Sinfônica), a série de apresentações é demonstração de que a gestão do prefeito Luciano Cartaxo fomenta a cultura paraibana, especificamente a música clássica.
Abrindo com a peça de Pereira, a Orquestra revive o clima de Carnaval e reforça seu link com o movimento Armorial. A obra foi incluída no disco duplo “100 Anos de Frevo – É de Perder o Sapato”, lançado pelo selo Biscoito Fino em homenagem ao centenário do frevo.
Em seguida, a orquestra executará o “Concerto de Brandemburgo nº 3”, uma coleção de seis peças musicais composta por Johann Sebastian Bach entre 1718 – 1721, dedicados e apresentados a Cristóvão Ludovico de Brandemburgo-Schwedt em 1721. São expoentes da música do período barroco.
A Sinfonia nº 101 em Ré Maior – intitulada “O Relógio” – fechará o primeiro concerto da temporada 2016. Essa peça tem esse nome devido ao ritmo introduzido no segundo andamento que se assemelha ao ruído desse mecanismo de precisão. Apresentada pela primeira vez em março de 1794, foi considerada a melhor obra de Franz Joseph Haydn.
Da Redação com Assessoria
